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Olá Galera....
Para melhorar o visual do nosso blog e para que vocês se sintam mais à vontade com nosso espaço, mudamos ele para:
http://senaofossecabral.blogspot.com
Espero que vocês gostem do novo visual....
Beijos para todos....
Carolina de Cássia
O dia a dia é cansativo, estressante, enjoativo.
O refúgio do cotidiano é próximo, tranqüilo, prazeroso, natural e belo.
As cachoeiras lavam a alma, o ar que a envolve é puro, a vista deslumbrante.
Neste lugar, todos os problemas somem, a tranqüilidade aparece e o prazer prevalece.
A água cristalina, divindade de Deus, que purifica e refresca.
A natureza ao redor, que traz a vontade de viver mais feliz, vontade de fazer o bem, vontade de permanecer para sempre, apenas com a água, as árvores, a grama, as flores, as borboletas, os pássaros, as pedras, todos os animais e plantas.
O som
Apenas da água caindo sobre as pedras, o canto dos pássaros, os galhos e folhas se debatendo com o vento.
Ver o verde, as flores coloridas entre esse tom de cor, o transparente da água, o colorido dos animais.
Sentir a água gelada cair com força sobre o corpo, renovar, sentir os pés sobre as pedras, sobre o barro, sobre as folhas que caíram com o outono.
O cheiro é diferente, o olfato percebe o quanto é bom este lugar. As vias aéreas até parecem que se abrem com força total, é o cheiro da natureza.
Esta que tranqüiliza, transmite paz, equilibra, traz forças e faz viver melhor.
Andressa Andreoti Januário
A necessidade de um comprovante de finalização de curso, ou como é mais conhecido, o diploma, sempre foi fator decisivo para a contratação de profissionais em todas as áreas. E na área de comunicação social não deveria ser diferente. Mas infelizmente no jornalismo essa afirmação é falsa, pois é inevitável que se possa chamar jornalista aquele que não tem os pré-conhecimentos básicos, e uma formação acadêmica preparatória para que no futuro a junção desses conhecimentos adquiridos possa criar profissionais preparados, professores e pesquisadores qualificados.
O diploma em si não representa muita coisa, é apenas um pedaço de papel onde fica provado que determinada pessoa graduou-se com êxito em determinado curso, mas o que ele representa isso sim tem significado, pois não só na sala de aula um aluno aprende, mas o universo da faculdade (e digo faculdade, pois falo apenas pela área de jornalismo) propicia a coleta de informações úteis, para que se forme um profissional competente, e também pessoa completa.
A prática da função jornalística é muito mais do que apenas escrever matérias e fazer reportagens, é acima de tudo o ato de informar e conscientizar a população, ao trazer informações inéditas, reavaliar conceitos e quebrar paradigmas. A desvinculação do jornalismo como área do conhecimento da comunicação apenas demonstra o descompromisso dos órgãos reguladores responsáveis e a falta de decoro com os profissionais da área, não apenas os jornalistas no sentido literal da palavra, mas todos aqueles que se dedicam a educar, ensinar, pesquisar e também os que tentam aprender, pois sem a categoria estudantil o futuro do jornalismo é incerto e nebuloso.
É necessário que a conscientização por parte da categoria jornalística e dos órgãos mediadores relacionados tramite dentro dos conformes sobre a verdadeira função do jornalista como indivíduo e como categoria profissional, para que os formadores de opinião (entenda-se por aquele que leva a informação ao público) tenham sua formação profissional garantida e que tenham os méritos reconhecidos por terem escolhido se graduar nessa profissão tão desgastante, mas tão recompensadora para aqueles que assim a desejam.
Rafael Moraes
“O Brasil voltou a crescer”.
Professor/Doutor Gabriel Ferrato do Santos
Como está a situação da economia no Brasil? Quais as perspectivas e desafios que este terá de enfrentar para melhorar?
O Brasil é um país subdesenvolvido mas que tem crédito no exterior, não tem a melhor situação econômica do mundo e nem a pior. Qual é o problema do Brasil?
De acordo com o professor e doutor Gabriel Ferrato do Santos da Unicamp que baseia-se em John Maynard Keynes o criador da Macroeconomia, a demanda é o que determina qual será a produção do país, ou seja é a procura que dirá como anda a situação econômica de um determinado lugar.
“Como qualquer outro preço, o preço do dinheiro é determinado pelas leis da oferta e da demanda. O nível observado das taxas de juros resultam das forças da oferta e da demanda que equilibram o mercado de fundos emprestáveis. Quando a demanda por fundos excede a oferta, as taxas de juros aumentam; quando a demanda por fundos é menor que a oferta, as taxas de juros caem.” (Riehl, Heinz.
Cambio & Mercados Financeiros- As técnicas das operações em moedas local e estrangeiras/Heinz Riehl, Rita M. Rodriguez; tradução Flávio Denny Steffen; revisão técnica Sérgio Alves. – São Paulo: Mc Graw-Hill, 1988, pg. 127)
O que provoca os investimentos no país é a importação de outros países, para que gere mais emprego devido a grande demanda. Eis um problema: importar mais do que exportar.
Os gastos gerados pelo mundo todo são divididos em bens de consumo, bens de capital e o governo. Os bens de consumo caracterizam-se em durável e não durável, utilizados em geral por famílias como alimento, veículo, etc. Os bens de capital é a matéria prima, o investimento da empresa, o que serve para produzir e o governo seria o que compra da economia.
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A questão do crediário e o financiamento é um modo de consumo que também aumenta a demanda pela compra ser facilitada. È possível afirmar que a demanda é diferente do consumo, quem explica o crescimento é a demanda.
A demanda gera ofertas, pois se o valor for alto esta cairá, se for baixo ou facilitado esta aumentará, explicando assim o crescimento e um maior número de empregos.
O consumo não explica o crescimento devido ao fato deste ter limite, o quanto se pode gastar sem interferir nos gastos para sobreviver como alimentação, moradia, entre outros.
O limite do governo é a inflação. Os juros poderão implicar até que ponto? Os títulos públicos federais são como empréstimos, estes são emitidos pelo governo, o qual já está em dívida, não tem pago as mesmas e nem previsão , desta maneira não atrai clientes. Para o economista Keine a taxa de juros representa um limite ao investimento produtivo.
No Brasil foi solucionado o problema da inflação e da balança de pagamento, não ´é mais necessário capital estrangeiro, mas este país continuará sendo subdsenvolvido devido a desigualdade social, a falta de educação de qualidade e inovação em tecnologia. A taxa de juros caiu porque o saldo não é mais negativo, as importações aumentaram mas a remuneração baixa continua.
As perspectivas são muitas, mudar estes setores para melhor é um desafio do país.
Andressa Andreoti Januário